“Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Como é que você pode dizer ao seu irmão: “Me deixe tirar esse cisco do seu olho”, quando você está com uma trave no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão.” Mateus 7. 3 ao 5
Quem de nós nunca apontou o defeito de alguém? Na hora é engraçado, a pessoa quase nunca está por perto e ai você pensa que não tem problema. Engana-se, terá problemas sim. Mas só para você, a palavra diz que Deus nos julgará com o mesmo critério que usamos para julgar os outros. E aí? Pesou na consciência?
O texto acima atinge a um grupo de pessoas que não têm nem ao menos a capacidade de reconhecer seus próprios defeitos, isso porque estão muito ocupados desfazendo das outras. E o mais “engraçado” disso é que essas pessoas chegam a apontar em outro alguém um erro que elas mesmas já cometeram e numa gravidade maior se formos comparar.
Se eu chamo esse tipo de pessoas de “doentes” estarei julgando? É, estarei. Então só me resta orar para que a trave de seus olhos caia antes que fiquem cegos.


Entre os vários julgamentos, devemos ter muito cuidado com um tipo em particular: o julgamento precipitado, aquele que fazemos sem o conhecimento dos fatos causando depois arrependimento, constrangimentos e transtornos às vezes irreversíveis.
ResponderExcluirCristo nos exorta a não julgar o nosso próximo de modo precipitado, observe: “Não julguem apenas, pela aparência, mas, façam julgamentos justos” - João 7:24.
Esta exortação inspirada nos deixa um alerta, no sentido de não sermos precipitados em julgar os outros por coisinhas ou fragmentos de informação (...) Devemos deixar o mau hábito de julgar segundo a aparência, e sim pela reta justiça. Quem tem a tendência de apontar os erros de outrem, como diz o provérbio popular, sempre se esquece dos seus.
Assim, seria ótimo antes de apontar o dedo para o nosso irmão, lembrarmos que há três dedos de nossa própria mão apontando para nós mesmos...